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Nesta página, você encontra datas de bate papo em escolas, feiras de livros, lançamentos e entrevistas, resumo das visitas mais recentes da escritora e fotos. Se deseja agendar um evento, você pode fazê-lo através do Instituto Estadual do Livro, que mantém o projeto Autor Presente, e pela Câmara Riograndense do Livro, pelo projeto Adote Um Escritor. Fora destes programas, entre em contato com a gente pelo e-mail contato@porteiradafantasia.com
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A primeira fan-fic a gente não esquece
E começo o ano divulgando um presente muito especial que recebi na Escola Aroni, em minha última visita de 2011, em Ivoti. Em um dos muitos trabalhos desenvolvidos pelas turmas, está o texto ao lado, de autoria de Weslwy Soares. Ele curtiu tanto A Máquina Fantabulástica e Um vulto nas trevas, que reuniu ambas e resumiu o primeiro com muito carinho. E igualmente com muito carinho, posto o texto dele aqui para vocês lerem. Ficou super legal! Obrigadão, Wesley!
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UM VULTO QUE CAIU NO POÇO E REVELOU UM LUGAR FANTABULÁSTICO
Wesley Soares Escola Municipal Aroni Mossman Ivoti
"Era uma vez um menino chamado Beto Joaquim. Beto foi passar as férias de verão na casa de seu avô Chico. O garoto tinha muita vontade de ser adulto, e essa vontade era tamanha que ele até ia dormir mais cedo para o tempo passar mais rápido. Beto já estava ficando entediado sem nada fazer, quando de repente viu algo que não soube identificar, o vulto passou voando pelo pátio e mergulhou dentro do poço. Beto ficou além de assustado e perplexo, muitíssimo curioso para saber o que era aquilo e que ligação tinha aquele vulto com o poço. O menino saiu correndo em direção ao poço, e com cautela olhou para dentro, mas acabou escorregando e caiu. Era uma queda que parecia não ter mais fim. Beto estava debatendo-se muito assustado, quando de repente BUM, uma porta com um enorme número 13 desenhado abriu-se e Beto caiu sentado na grama de uma floresta dominada por uma árvore enorme. Beto não queria acreditar no que via quando ouviu uma voz que dizia: – Ei, vai ficar aí de boca aberta ou vai me desamarrar? Beto ficou muito surpreso e falou: – Ué, quem falou isso? – Eu aqui, bem atrás de você! Beto virou-se e viu um boneco amarrado por uma corda em um palanque e disse: – Foi você quem falou? – Claro né, agora me desamarre, anda. Disse o boneco. O menino desamarrou-o e Beto percebeu que a corda que envolvia o boneco era o seu próprio corpo. O boneco lhe disse que quem Beto vira despencar no poço era o Sineta. Quando de súbito ouviu-se um barulho de sino e o boneco saiu correndo e disse para Beto o acompanhar. Estavam indo (segundo o boneco, que se chamava Panchanhe) para o laboratório do Doutor. Depois de algum tempo caminhando, Beto avistou algo parecido com um queijo gigante. Aproximaram-se e Panchanhe gritou: – Doutor, sou eu, Panchanhe. O Doutor abriu a porta e Beto e Panchanhe foram entrando. O laboratório era um lugar muito bagunçado e estranho. Beto quis saber aonde ele veio parar, e o Doutor respondeu-lhe que ele estava num lugar criado pela Máquina Fantabulástica que funcionava a base da imaginação. Mas havia algumd efeito nesta máquina que estava interligando os dois mundos, o mundo onde Beto vivia e o mundo da Máquina Fantabulástica. E esse defeito tinha de ser consertado ou o menino nunca mais poderia voltar para casa. Foi aí que Panchanhe lembrou-se de seu tio, Gio Luna, que conhecia mais do que ninguém os céus. Sim, os céus, pois a Ponte de Cristal (a que tinha de ser consertada) ficava onde o céu e o mar se encontravam. Não pensaram muito e logo partiram. Seguiram pelo labririnto de flores, cortaram caminho e logo estavam lá, onde Gio Luna em seu enorme balão azul, estava pescando. Panchanhe chamou seu tio e gio Luna atirou uma escada bamba para baixo do balão para os dois subirem. Beto teve de fazer muito esforço, mas conseguiu subir. Já no balão o boneco contou ao seu tio qual era o dever a ser cumprido. Gio Luna não gostou muito da ideia de deixar sua pescaria de lado, mas logo topou a ideia. E depois de loucas aventuras no balão de Gio Luna, os três acabaram bebendo demais da água do mar do entardecer por isso ficaram sem medo de mada, e Gio Luna acabou por laçar um temporal e a nuvem saiu galopando pelos céus e em um raio partiu o balão em pedaços e todos foram lançados no mar. Depois de um tempo, Beto acordou e estava flutuando no mar, em cima de um pedaço da murada do barco. Sentou-se, enxugou os olhos e quando observou o ambiente em que estava levou um susto. Estava em um mercado em alto mar, onde todas as mercadorias ficavam expostas em diferentes meios de transporte marítimo. Beto entrou em uma tenda onde viu seu amigo Panchanhe pendurado em um prego e o pior, estava à venda. Beto disse ao dono da barraca que queria Panchanhe, mas como Beto não tinha dinheiro, o homem não deu para ele o boneco. Beto continuou insistindo até que veio o guarda e complicou. Beto, no meio da confusão, não pensou duas vezes antes de pegar seu amigo e sair da barraca em cima de seu pedaço da murada do balão. E logo se iniciou uma perrseguição. Beto esbarrou em um golfinho que estava em um jet sky, o golfinho caiu e Beto tomou o jet sky dele e saiu em disparada. Até que entrou em um barco todo escuro. Agachou-se e de repente uma mão enorme cobriu sua cara, e o puxou para fora do barco. Ufa! Era Gio Luna. Beto ficou muito feliz em vê-lo e disse que seu amigo Panchanhe estava desacordado, não se mexia e nem piscava. Gio Luna falou que naquele lugar a magia não funcionava e que quando saíssem daquele lugar tudo se resolveria. Beto lhe perguntou como sairiam dali. Gio Luna falou que iriam seguir viagem em um balão improvisado que tinha como suporte um barco, e tinha uma lona toda remendada. Dito e feito, depois de algumas horas lá estavam eles novamente voando no céu. Mas e Panchanhe? Gio Luna e Beto já estavam ficando desanimados quanto à Panchanhe, ele ainda não tinha acordado. Agora vamos voltar um pouco na história. Gio Luna não era um pescador? Mas o que ele pescava afinal? Ele queria pescar a lua, que na verdade era a amada de Gio, que por causa de um feitiço ficou assim. E foi aí que Beto teve uma grande ideia: pedir à lua para que devolvesse a vida à Panchanhe. Gio Luna não levou muita fé, mas pediu com vontade. E no dia seguinte, como um milagre, Panchanhe voltou à vida. E assim partiram rumo à Ponte de Cristal. Depois de algum tempo em um balão improvisado, chegaram à Ponte de Cristal. Baixaram o balão e Gio Luna e Beto ficaram segurando o balão por uma corda enquanto Panchanhe foi consertar o problema. Mas o boneco acabou caindo e Beto foi auxiliá-lo. Beto conseguiu e seguiu com Panchanhe pelo cristal escorregadio, e quando chegaram no final da ponte, Panchanhe religou dois fios e perguntou a Beto: – Beto, você vai querer ficar ou vai querer ir embora? – Vou ficar. Disse Beto depois de alguns segundos pensativo. E foi aí nesse mesmo instante, ouviu-se um barulho de sino: era o sineta. Panchanhe estremeceu e disse: – Se eu ao menos pudesse atravessar este portal, pegar minha espada e voltar... – Mas eu posso. Disse Beto. Deito e feito, Beto atravessou portal, pegou a espada e atirou-a na mão de Panchanhe, mas não conseguiu voltar para o mundo da Máquina Fantabulástica, algo lhe deu um impulso e ele foi arremessado pelo poço e caiu sentado no pátio da casa de seu avô Chico. E depois desse episódio, no mundo Fantabulástico, Beto parou com a ideia boba de querer ser grande e viveu sua infância como uma criança normal, cheia de imaginação."
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2011: tempo de colheita
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Este foi um ano especial. Conturbado, no terreno pessoal, mas imensamente fértil no terreno profissional, sobretudo no que diz respeito à Literatura. Inicialmente é preciso lembrar que não houve nenhum lançamento em 2011, salvo a participação no e-book O mal bate à sua porta, organizado por Christian David. A coletânea, que reúne sete autores convidados para escrever sobre a temática do conto, tem ilustrações de Bianca Pinheiro e pode ser acessado no link http://www.artistasgauchos.com.br/christian/omal. Tive a honra de ter meu conto Uma primeira vez para tudo abrindo o volume.
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Escolas de perto e de longe
Este foi o ano das visitas, sobretudo das visitas distantes: a primeira do ano foi na VIII Feira do Livro da Escola Antônio Maciel em Itaí, que um distrito de Ijuí. A organização da feira me brindou com várias surpresas, entre elas a encenação de O mistério do formigueiro, meu primeiro livro editado! Foi lindo.
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Sessão de autógrafos na Escola Antônio Maciel |
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Instituto São Francisco
Santa Inês |
Aí chegou o inverno, que este ano, aqui no sul, foi bem duro. Mas a estação também me trouxe a oportunidade de visitar várias escolas em Porto Alegre: estive no Instituto São Francisco, o Colégio Americano e a Escola Santa Inês, todos em Porto Alegre. foi o grande momento de A Máquina Fantabulástica, que este ano tornou-se o meu livro mais vendido e, eu espero, o mais lido. Tomara que sim: eu adoro essa história!
Colégio Americano
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Chin-mo-lio em Teutônia |
Mas a distância chamava e em novembro fiz a segunda grande viagem do ano: passei dois dias na região de Lajeado, visitando a pequena e escondida Boqueirão do Leão, e a também pequena Teutônia. Eu sempre fico feliz e surpresa com a criatividade dos leitores. Em Boqueirão do Leão, como você pode ver na foto abaixo, a criançada produziu dezenas de balões como os que aparecem em A Máquina Fantabulástica e com eles decoraram o salão onde nos encontramos para o bate papo. Em Teutônia muitas coisas aconteceram: Feira de Máquinas Fantabulásticas, trama de leitura e muitos Chin-mo-lios espalhados pela recepção da Feira do Livro do Colégio Teutônia. É maravilhoso saber que se consegue chegar tão longe.
Máquina Fantabulástica em Boqueirão do Leão |
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As viagens continuaram com uma visita à Escola Estadual de Ensino Fundamental Nossa Senhora do Carmo, de Tapes, que me convidou através do programa "Lendo pra valer" da Câmara Riograndense do Livro. Foi uma estreia: além dos 5º ao 8º ano estarem lendo A Máquina Fantabulástica, A Fortaleza de Cristal encontrei uma leitora de aurum Domini - O ouro das Missões o lançamento do ano passado.
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Panchanhe foi um personagem muito popular em 2011
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Os alunos da Escola Figueiras, em Ivoti
E teve até visita surpresa: minha participação na Feira Cultural da Escola Municipal Eugênio Nelson Ritzel. foi marcada em tempo recorde. Ágeis, as turmas foram conversar comigo no final de uma manhã de sábado e me apresentaram um boneco de mim mesma. Foi muito divertido! Não é todo dia que a gente consegue tirar uma foto consigo mesma! |
Também aconteceu um "repeteco". A Biblioteca Pública de Igrejinha, me levou até a escola Figueiras através do programa Autor Presente do Instituto Estadual do Livro e a visita serviu para anunciar um projeto de oficinas literárias organizado pelo pessoal da Biblioteca, o projeto Novos Escritores.
As turmas da Eugênio Nelson Ritzel, de Novo Hamburgo, fizeram um boneco com a minha cara
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O Tabuleiro armado pela 8ª série da escola Aroni Mossman de Ivoti
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Para a última visita à escolas do ano, na Escola Municipal Aroni Mossman, de Ivoti, fui, esperando encontrar os livros de sempre sendo trabalhados. Mas me deparei com uma grata surpresa: além dos demais títulos, trabalhados nas outras escolas, também encontrei leitores de O pitbull é manso, mas o dono dele já mordeu uns quantos... e O jogo no Tabuleiro - O Afilhado das Fadas, ambos livros baixados aqui no www.porteiradafantasia.com. Fiquei muito feliz, emocionada mesmo: a história do Deco já havia sido trabalhada ano passado em São Sebastião do Caí, mas foi a "estreia" de O jogo no Tabuleiro - O Afilhado das Fadas na sala de aula. Foi uma grande estreia e eu fiquei muito feliz com o grande Tabuleiro que a turma armou na Feira do Livro.
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O livro nas praças Como eu dizia lá no início, 2011 foi o ano das viagens longas. Se a primeira visita do ano foi para Ijuí, em novembro encarei, novamente, 500km de estrada para visitar a 29ª edição da feira do livro de Frederico Westphalen. Foi um momento especialíssimo que me encheu de felicidade e exigiu de mim um bocado de improviso. Foram raras as ocasiões, até agora, que me levaram diante de um público tão grande e tão animado. Uma nota à parte para o Bombom, Danilo André. Criativo, esbanjando simpatia, ele me deu de presente não apenas um momento inesquecível (a ponte de cordas, da foto ao lado), mas a prova de que nosso interior está cheio de grandes talentos que terminam desconhecidos do grande público por causa da distância. Danilo André é um grande compositor (sobretudo de músicas infantis), cantor e coreógrafo. Um artista completo - mesmo. Anote esse nome aí: Danilo André, o Bombom. Ele é jovem e se os produtores forem um pouco espertos (nem precisa ser muito espertos), ele terá um grande carreira para desenvolver no cenário nacional.
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Um passeio emocionante pela ponte de cordas em Frederico Westphalen
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São Leopoldo foi um dos desafios do ano |
Já São Leopoldo foi um desafio. Quando cheguei à 26ª Feira do Livro de São Leopoldo, chovia. Eu achei que não haveria ninguém no bate-papo. Mas logo o sol apareceu, tímido, e os grupos de visitantes vieram. Aí eu me preparei para conversar com uma quarta série e uma sétima, o que faz uma distância etária bem significativa. E para maior desafio, nenhuma das turmas havia lido algum dos meus livros. As mãos gelaram. O coração disparou. Afinal, ninguém me conhecia, como é que eu ia conseguir dar o meu recado? Mas, no final, deu tudo certo. As turmas ficaram bem interessadas e o bate-papo rendeu. Felizmente!
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Agora, especial mesmo foi a Feira do Livro de Novo Hamburgo deste ano. Eu sei que sou suspeita de falar, mas não fui só eu que disse que a feira de 2011 foi a melhor que Novo Hamburgo já viu. Foram muitos momentos marcantes, um bom palco montado no lugar certo e recebendo visitas ilustres, conhecidas, desconhecidas, que se fizeram ver, ouvir e tocar. Falou-se de literatura, ouviu-se música, cantamos, lemos, e curtimos. Mas o que marcou-a mais do que outras foi a presença do personagem criado especialmente para o evento, Rodolfo Habichuela. Rodolfo, o cozinheiro de um navio pirata, foi encarnado por Paulo Stürmer que encantou crianças e adultos ao "servir" as fornadas literárias da Feira, oferecendo livros gratuitamente para o público presente. Dá só uma espiada no público ao redor dele, todos esperando conseguir um "bocadinho" literário para degustar! A organização da Feira, desta vez, ficou à cargo da Um Cultural, um produtora local que criou esse momento especial para popularizar a Literatura. Uma ideia maravilhosa que merece todos os aplausos.
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Rodolfo Habichuela tirando uma das fornadas literárias da Feira do Livro de Novo Hamburgo
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Solideariedade Contação de histórias na Biblioteca Lucila Minssen |
Historicamente, 2011 começou com uma tragédia, no Brasil. No início de janeiro, a cidade fluminense de Nova Friburgo foi atingida por uma enxurrada que provocou desmoronamento de casas e deslizamento de terras. O país inteiro assistiu horrorizado imagens que pareciam ter saído de algum filme de catástrofe norte-americano. Mas a reação não tardou. Em seguida as pessoas trataram de organizar mutirões para arrecadar roupas, artigos de higiene pessoal e comida não perecível. A Casa de Cultura Mário Quintana foi uma das entidades que centralizou uma dessas iniciativas, oferecendo aquilo que ela têm para oferecer: talento e diversão. E lá fui eu com o Chin-mo-lio na caixa, contar a história de As asas do dragão na Biblioteca Lucila Minssen e ajudar como sei: contando histórias.
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Já durante a 57ª Feira do Livro de Porto Alegre, tive a felicidade de participar, mais uma vez da Confraria das Letras em Braille, programa que oferece aos grupos que congregam deficientes visuais, livros em formato Braille. Estes livros são produzidos pela Faders e entregues gratuitamente para as entidades inscritas com antecedência junto à Confraria. A iniciativa é social e os autores que dela participam cedem os textos para a edição especial dando opções de leitura para esse segmento. Ano passado eu já tinha participado com As asas do dragão, e este ano estive presente com Um rio pelo meio. |
Sônia Zanchetta, da Câmara Rio Grandense do Livro
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Amizades
2011 também foi ano de curtir os amigos:
Na foto da esquerda, eu e Arno Kayser, patrono da Feira do Livro de Novo Hamburgo. Na foto da direita, a Bruxa Filó e eu.
Da esquerda para a direita: eu, Rodolfo Habichuela (Paulo Stürmer) o forno das Fornadas Literárias, na Feira do Livro de Novo Hamburgo, Joel Nunes, o desenhista que criou o layout do Rodolfo e da Feira, Marquinhos MQP, que criou o forno com a ajuda do seu pai (uma história bem bonita, que ameaça virar aventura do Rodolfo) e Ralf Cardoso, da Um Cultural
Na foto da esquerda, Leia Cassol, Marô Barbieri e eu na Feira do Livro de Novo Hamburgo. Na da direita, Sérgio Napp, eu e Paulo Bocca, em Boqueirão do Leão
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Livro do Ano
E o jantar que comemorou os 30 anos da Associação Gaúcha de Escritores, trouxe mais do que um convite especial para um evento no Palácio Piratini. Trouxe, também o prêmio "Livro do Ano" na categoria Narrativa Longa para aurum Domini - O ouro das Missões (Artes e Ofícios, 2010). Dizer que fiquei feliz é pouco. O livro já tinha recebido uma excelente resenha na primeira rodada do Gauchão de Literatura, do qual participou - embora tenha sido eliminado do evento na segunda resenha. Este título é um dos mais esperados da minha carreira e eu espero que em 2012 ele chegue ainda mais longe. aurum Domini é para mim uma conquista e um desejo realizado. Como eu disse em uma escola, este livro é um sonho e são poucas as pessoas que tem o privilégio de poder tocar um sonho. Eu o tenho em mãos. |
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E, bem, as coisas não ficam por aqui. Se você quiser ver o relato de cada visita à escolas e feiras, com mais fotos, vá até o blogue www.dvfantasia.blogspot.com. E fique de olho na Agenda. Tem muita coisa vindo por aí em 2012.
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